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Polícia vai investigar autoria do assalto de mais de 130 celulares nas Casas Bahia

A Polícia Civil de Poços de Caldas vai apurar quem são os cinco homens que invadiram o depósito das Casas Bahia na tarde desta quarta-feira, 29, e roubaram 133 aparelhos celulares e equipamentos eletrônicos.

Grupo fugiu com 133 celulares em plena luz do dia – foto Poçoscom.com/Roni Bispo

De acordo com informações da PM, por volta das 15h30, um homem armado rendeu um dos estoquistas do depósito que fica no andar de cima da loja, onde também é feita a retirada de mercadorias pelos consumidores.

O homem ordenou que o funcionário fosse para os fundos do depósito rendendo outro funcionário, momento em mais quatro assaltantes também entraram no recinto.

Os assaltantes pediram para abrir o cofre, mas as vítimas disseram que não tinham a senha. Os suspeitos então passaram a pegar alguns equipamentos eletrônicos que estavam ao redor e ainda os aparelhos celulares todos nas caixas. Os objetos foram colocados em sacolas e mochilas

Durante a fuga os assaltantes se depararam com um terceiro funcionário que voltava do almoço. Ele também foi rendido e juntamente com os colegas, foram trancados no depósito.

Dez minutos depois os funcionários passaram a bater na porta e gritar até que outros funcionários da loja ouviram e descobriram que a loja havia sido roubada.

A Polícia Militar foi chamada e foi realizado rastreamento nas imediações, mas os assaltantes não foram localizados. O valor do prejuízo ainda não foi divulgado.

Em julho de 2014 a mesma loja foi alvo de um furto. Homens não identificados entraram na loja pelo telhado e fugiram levando cerca de R$ 100 mil. Os ladrões entraram por uma rampa que dava acesso ao estacionamento no térreo do prédio, hoje desativado. O crime ocorreu na madrugada.

Quadrilha pode estar agindo na região

Em abril do ano passado a PM registrou um assalto parecido a uma loja da mesma rede na cidade de Varginha. Um grupo composto por uma mulher e três homens distraiu o estoquista e roubaram 100 aparelhos celulares. Na época o prejuízo foi de mais de R$ 116 mil.

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