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Defesa vegetal é discutida em seminário em Poços de Caldas

Poços de Caldas sedia a partir desta terça-feria 5, o II Seminário Estadual de Defesa Vegetal (Sedeve). O evento que acontece no Hotel Nacional Inn no centro da cidade é destinado a produtores rurais, empresários e técnicos do agronegócio, dirigentes e servidores do sistema da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas.

Encontro acontece no hotel Nacional Inn até quinta-feira

Durante três dias, estarão reunidos especialistas de órgãos do governo e da iniciativa privada, que vão discutir as ações de defesa sanitária vegetal no estado e os impactos gerados na sustentabilidade agrícola, dando suporte às políticas públicas voltadas para a produção agrícola com qualidade e segurança alimentar. O evento também conta com a parceria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Minas Gerais é importante celeiro da agricultura nacional liderando a produção de café com 56% do volume brasileiro e ocupando o posto de segundo maior produtor de feijão, com 16,6% da produção nacional. É também o segundo maior produtor de laranja, tangerina e limão.

Temas diversificados

O gerente de Defesa Sanitária Vegetal do IMA, Nataniel Nogueira, informa que o seminário vai abordar temas diversificados em cinco painéis, que discutirão, entre outros temas: o trânsito interestadual de vegetais para o controle de pragas; a utilização sustentável de agrotóxicos no combate às pragas que atacam as lavouras; o controle da produção de sementes e mudas, de forma a impedir o uso de material propagativo inadequado nas lavouras; e a atualização de conhecimentos dos profissionais da iniciativa privada habilitados pelo IMA para emissão do Certificado Fitossanitário de Origem (CFO), documento que atesta a sanidade dos  produtos agrícolas.

Para o diretor-geral do IMA, Marcílio de Sousa Magalhães, o seminário será “uma oportunidade para alinhar as informações e procedimentos que são importantes para a manutenção da saúde das lavouras, contribuindo para uma produção de qualidade e com segurança alimentar para os consumidores. A participação de setores da iniciativa privada será importante na medida em que a defesa sanitária requer, hoje, uma gestão compartilhada de responsabilidades, não ficando a cargo somente dos órgãos de governo nos três níveis”, destaca.

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