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Category Archives: Roberto Tereziano

A LENDA DAS TRÊS PORTEIRAS

E a lenda do vale milagroso correu célere… Entre ipês floridos e aplumados pinheiros, nas margens de pedregosos ribeirões, no fundo do vale, havia uma água que nascia quente, que endireitava estropiados, limpava os tinhosos, fechava chagas e curava mazelas; e dava saúde; e dando

Revisitando Um Recanto Nada Asiático

A vida é feita de momentos e de lampejos da memória que às vezes nos surpreendem. Tempos atrás fui pego de surpresa com a notícia da destruição de uma casa típica de um dos nossos logradouros por um incêndio. Na minha memória ocorreu um choque

Poços 145 anos – O Povoado cresceu rapidamente

Poços 145 anos – O Povoado cresceu rapidamente O progresso urbano e o crescimento das atividades turísticas atraíram para Poços de Caldas muitos negociantes. Desenvolveu-se na cidade um comércio variado, abarcando desde produtos de primeira necessidade a artigos finos importados, que logo a transformaria num

Poços 145 Anos – Uma Cidade Modelo

Poços  145 Anos – Uma Cidade Modelo No início do século XX, Poços de Caldas tinha cerca de 600 imóveis e sua população ultrapassava três mil pessoas. Com ruas retas e amplas, a malha urbana era uma das mais perfeitas do interior do país. Compunham-na

Verticalização e o futuro de Poços de Caldas

Até o raiar do ano de 1950 Poços de Caldas era, praticamente, uma cidade de construções de poucos andares, praticamente, uma cidade plana que apenas se alterava com a variação geográfica natural do solo. Poucos eram os prédios com mais de três ou quatro andares.

Sobre reencantar as águas caldenses

Stélio Marras * Tenho a impressão de que quando nos colocamos hoje na tarefa de pensar o que pode vir a ser, num futuro próximo ou mais distante, o turismo de uma cidade, como Poços de Caldas, na vinculação com suas águas especiais, essa tarefa

NÃO TEMA O CINEMA

Mesmo castigado pela seca fiscal, o GDF/Secretaria da Cultura produziu farta e bela festa de 50 anos do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (15/24 setembro). Temer, o Impopular – bode expiatório e sequela institucional da crise do populismo brasileiro – tal como previsto, foi