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Morre Caio Augusto: História de Poços perde uma de suas referências

Poços de Caldas perdeu, nesta quinta-feira, 8, uma das principais referências da história e da cultura do município, o museólogo Caio Augusto Faria Lobato. Ele estava internado no hospital da Unimed e morreu aos 85 anos, vítima de uma insuficiência cardiorrespiratória.

 

Caio foi um dos fundadores do Museu de Poços – foto acervo família

Caio foi um dos fundadores do Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas, juntamente com as saudosas Nini Mourão e Nilza Botelho Megale, em 1972. A fundação fez parte das comemorações do centenário da cidade.

 

Por 24 anos, o museu funcionou no Country Club, onde foi instalado visando à preservação da memória histórica da cidade e, ao mesmo tempo, integrando aspectos turísticos, educacionais e culturais. Em 1995, o museu foi transferido para então Villa Junqueira, onde funciona até hoje.

 

Caio Faria Lobato foi diretor do Museu Histórico até 2003, quando passou a ser membro do Conselho Curador. Ex-proprietário de um antiquário, tinha grande conhecimento sobre objetos artísticos, mobiliário e prataria, entre outros, o que ajudou na consolidação e desenvolvimento da instituição.

 

A Secretaria Municipal de Cultura lamentou o falecimento de Caio Augusto. Na nota, divulgada em rede social, a equipe da Secult ressalta a contribuição do museólogo para a cultura do município. Amigos e colegas de trabalho também se solidarizaram com a família.

 

Filho de Isaura Junqueira de Faria Lobato e do médico e ex-deputado federal Oscavo de Faria Lobato, era solteiro e não deixa filhos.

 

O corpo está sendo velado no Velório Municipal e o sepultamento está marcado para as 10h desta sexta-feira (9), no Cemitério da Saudade.

 

*Com informações de João Gabriel Pinheiro Chagas – Jornal da Cidade

 

 

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