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Servidores aprovam reajuste de 9,2% durante assembleia do Sindserv

Os servidores municipais de Poços de Caldas terão um aumento de 9,2% no salário. O reajuste oferecido pela administração municipal foi aprovado durante a assembleia geral do Sindserv realizada na noite desta quinta-feira (30) no Teatro Benigno Gaiga, no Espaço Cultural da Urca. O sindicato pleiteava reajuste de 30%, porém a contraproposta da prefeitura foi de um reajuste de 6,29%, mais 2,91% referentes ao ganho real e índice de inflação. O aumento será retroativo a janeiro. No ano passado o reajuste foi de 10,67%.

Servidores aceitaram a proposta de reajuste de 9,2% que ficou abaixo do concedido no ano passado, 10,67%

Sem o abono de ponto, aproximadamente 200 servidores estiveram presentes na assembleia de retorno das contrapropostas do Executivo, que além do reajuste também aprovaram uma data fixa para a data base da categoria, que a partir de agora será definido no mês de março de cada ano.

Ao todo foram apresentadas 29 cláusulas do acordo coletivo. Entre elas a revisão dos plano de cargos e salários para todos os servidores, inclusive o DMAE e a criação de plano de cargos e salários para os agentes de saúde e servidores do DME.

Ainda entre as propostas estava a reivindicação para que o vale-refeição no valor de R$ 28,00 fosse estendido para os demais servidores, uma vez que apenas os servidores do DMAE e da Câmara Municipal recebem o benefício. Porém a proposta não foi acatada pela administração. De acordo com a presidente do Sindserv, Marieta Carneiro, o prefeito Sérgio Azevedo, alegou que seria um impacto muito grande para os cofres públicos.

Em contrapartida os servidores recusaram o aumento oferecido pela administração para o vale-alimentação que hoje é de R$ 430,00. Pela proposta do Executivo o benefício teria um reajuste de R$ 20,00, chegando a R$ 450,00. A categoria quer que o vale-alimentação seja de R$ 500,00.

Outra contraproposta reprovada foi a licença paternidade. A administração propôs um aumento de 5 dias para 7, mas a categoria quer 20 dias.

Como não houve acordo em muitas cláusulas, as propostas serão levadas novamente ao Executivo e uma segunda assembleia será convocada para aprovação das propostas para finalmente ser homologado o acordo coletivo de 2017.

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