Avião experimental faz pouso de emergência na zona sul

Poços de Caldas (MG) – O piloto de um avião experimental realizou um pouso de emergência na manhã desta sexta-feira, 16, na zona sul de Poços de Caldas (MG) depois que o motor apresentou uma pane mecânica. A aeronave pousou em uma Área de Resíduo de Bauxita (ARB) reabilitada da Alcoa.
De acordo com a Policia Militar, a equipe da 6ª BRAVe – Base Regional de Aviação do Estado foi acionada por volta das 8h30 da manhã para atender a ocorrência.
Segundo a PM, a aeronave havia decolado de Bom Despacho (MG), no Centro Oeste Mineiro, a 400 km de Poços de Caldas e tinha com destino a Campinas (SP), interior de São Paulo.
Porém, durante a rota, no momento em que sobrevoava a zona sul da cidade a aeronave apresentou falha no motor. piloto precisou então fazer o pouso de emergência e desceu na Área de Resíduo de Bauxita, faltando pouco para chegar ao aeroporto municipal. Segundo a PM, as condições do tempo não estavam favoráveis.
A equipe da 6ª BRAVe esteve no local e prestou assistência ao piloto, que não se feriu. Em seguida Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em Campinas foi comunicado sobre o pouso emergencial.
Em nota a Força Aérea Brasileira (FAB) por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) informou que que, nesta sexta-feira (16/01), investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) — órgão regional do CENIPA, com sede no Rio de Janeiro (RJ), foram notificados sobre o evento envolvendo a aeronave de matrícula PU-SRT em Poços de Caldas (MG).
Os dados relativos a esse evento foram coletados e, após análise técnica realizada pelos investigadores do CENIPA, a ocorrência foi classificada como um incidente aeronáutico e será tratada em conformidade com o Anexo 19 à Convenção sobre Aviação Civil Internacional, que estabelece os protocolos para a Gestão da Segurança Operacional.
De acordo com os preceitos desse anexo, recomenda-se que o evento seja tratado pelo operador da aeronave, que poderá adotar as medidas corretivas pertinentes, contribuindo para a evolução contínua da segurança operacional por meio de uma estratégia de gestão preditiva, proativa e preventiva.





