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Defensoria Pública passa a funcionar na Rua Minas Gerais

sede da Defensoria Pública em Poços de Caldas
O atendimento, que antes era no Edifício Enterprise agora será na Rua Minas Gerais – foto divulgação

Poços de Caldas (MG) – A partir da próxima segunda-feira, 23, a Defensoria Pública em Poços de Caldas passa a funcionar em novo endereço. O atendimento que antes era no Edifício Enterprise, na Avenida Santa Antônio, agora será na Rua Minas Gerais, 390, no quarteirão entre as ruas Paraíba e Ceará, nas proximidades da Santa Casa.


Devido a mudança de endereço, o atendimento ao público presencial foi suspenso temporariamente nesta semana.

A medida é necessária para a realização da transferência de mobiliário, equipamentos e estrutura administrativa, garantindo melhores condições de atendimento ao público.

Até lá, as pessoas que necessitarem de alguma informação ou demanda poderá recorrer ao atendimento online via WhatsApp pelo número (35) 9-98405-9328.


Os atendimentos serão retomados normalmente a partir de segunda-feira, 23, no novo endereço.

Os serviços da Defensoria Pública são prestados para aqueles que não possuem condições econômicas de pagar pela assistência jurídica de advogado,  chamada Vulnerabilidade Econômica.

Mas a Defensoria Pública também pode atender pessoas que se encontrem em outras situações vulneráveis, independente da condição financeira do interessado, conforme situações a seguir:

  • Pessoas indefesas em processos criminais ou infracionais;
  • Pessoa com deficiência (física, mental, intelectual e sensorial), em demandas que buscam o reconhecimento dos direitos em razão da condição de PCD;
  • Pessoa em execução de pena;
  • Minorias raciais, étnicas, sexuais, religiosas, ou de outra natureza, em demandas que buscam o reconhecimento dos direitos relacionados às discriminações sofridas por estas condições;
  • Atingidos por grandes empreendimentos públicos ou privados, nas questões relacionadas ao impacto socioambiental;
  • Mulher em situação de violência doméstica e familiar em demandas que buscam o reconhecimento dos direitos relacionados a essa condição;
  • Crianças e adolescentes;
  • Indígenas, quilombolas e demais comunidades tradicionais;
  • Vítimas de grandes desastres, nas questões relativas ao acidente;
  • Refugiados e estrangeiros em geral, quando vítimas de discriminação e outras situações que poderão ser avaliadas pela defensoria pública ou defensor público.

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