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Procon monitora preços dos combustíveis em Poços de Caldas

carro de fiscalização do procon de Poços de Caldas
A pesquisa foi realizada nos 34 postos de combustíveis da cidade – foto arquivo Secom

Poços de Caldas (MG) – A Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon de Poços de Caldas divulgou os resultados de uma pesquisa de preços dos combustíveis realizada no município de Poços de Caldas.


O foco do levantamento é acompanhar a variação dos preços ao longo dos últimos 10 dias, com base na pesquisa anterior realizada nos dias 03 e 04 de março. O objetivo é mapear a evolução dos valores praticados pelos postos, garantindo maior transparência ao consumidor e permitindo que o órgão acompanhe possíveis aumentos injustificados.

O levantamento foi feito presencialmente entre os dias 11 e 12 de março de 2026, considerando pagamentos realizados em dinheiro.

Os preços da gasolina aditivada , da gasolina comum, do etanol, do diesel comum e diesel S10 subiram respectivamente: 5,19%, 4,98%, 1,32%, 17,83% e 15,40% em relação à pesquisa realizada entre os dias dia 04 e
05 de março de 2026.


De acordo com os dados coletados, a gasolina aditivada apresentou preço máximo de R$ 7,04 e mínimo de R$ 6,18, com variação de 13,92% entre os postos pesquisados. A gasolina comum teve preço máximo de R$ 6,64 e mínimo de R$ 5,99, registrando variação de 10,85%.

O etanol apresentou preço máximo de R$ 5,38 e mínimo de R$ 4,29, com variação de 25,41%. Já o óleo diesel comum teve preço máximo de R$ 7,64 e mínimo de R$ 6,23, com variação de 22,63%. O diesel S10 registrou preço máximo de R$ 7,89 e mínimo de R$ 6,28, com variação de 25,64% entre os estabelecimentos pesquisados.

Segundo a coordenadora do Procon, Fernanda Cristina Soares Anastácio, o acompanhamento periódico permite identificar eventuais distorções no mercado. “Estamos analisando essa variação em um intervalo curto justamente para mapear o comportamento dos preços. Caso seja constatado aumento sem justificativa comprovada — como uma situação real de desabastecimento ou crise no setor petrolífero — os postos poderão ser autuados”, explicou.

O Procon reforça que, mesmo em um cenário de livre mercado, o Código de Defesa do Consumidor proíbe aumentos abusivos ou injustificados em razão de eventuais crises ou situações de desabastecimento.

Caso o consumidor identifique qualquer irregularidade na qualidade ou comercialização de combustíveis, a orientação é procurar o Ministério Público de Minas Gerais ou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Confira a pesquisa de preços na íntegra clicando aqui.

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