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Inclusão: Professores participam de curso sobre atendimento a estudantes surdos

Professores e supervisores da rede municipal de ensino participam de um curso voltado para o atendimento de alunos surdos.

O curso foi pensado a partir da necessidade dos próprios educadores

O curso “Estudante Surdo: de quem estamos falando?”, teve início nesta quarta-feira, 28, e foi ministrado pela coordenadora do Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado Dr. Tarso de Coimbra, Fabiana Scassiotti Fernandes Solia. A capacitação aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Educação.

O curso é dividido em dois momentos. No primeiro encontro, nesta quarta, foram abordados os aspectos teóricos do tema. Já no segundo momento, que será realizado em 05 de junho, haverá oficinas práticas.

O curso é voltado prioritariamente para professores, supervisores e profissionais responsáveis pelas Salas de Recursos Multifuncionais das unidades que atendem alunos com deficiência auditiva. Além disso, também foram disponibilizadas dez vagas em cada período para outros educadores interessados.

O curso foi pensado a partir da necessidade dos próprios educadores em trabalhar com questões específicas relativas aos estudantes surdos que frequentam as escolas regulares. “A formação do educador reflete no atendimento que ele vai oferecer ao aluno. Quanto mais informação o professor tiver sobre a questão da surdez, melhor será a preparação da aula e do momento de ensino-aprendizagem para o aluno surdo, contemplando suas especificidades”, enfatiza a coordenadora do Centro Municipal Tarso de Coimbra, Fabiana Solia.

Atualmente, 15 unidades da rede atendem alunos com deficiência auditiva. Já o Centro Municipal Dr. Tarso de Coimbra atende estudantes surdos e com deficiência auditiva, oferecendo atendimento educacional especializado, de forma não substitutiva à escolarização, no contraturno escolar. A rede municipal de Ensino conta com a presença do professor interlocutor, profissional vinculado a Tarso de Coimbra, cuja função é promover a autonomia da pessoa surda e a acessibilidade comunicacional. O sucesso deste atendimento depende da parceria e trabalho colaborativo entre os interlocutores e os professores regentes, daí a relevância do curso.

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