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Grande Hotel Lealdade

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Postamos hoje uma foto do histórico Hotel Lealdade para presentear quem tem saudade.
Inaugurado em março de 1918 o Grande Hotel Lealdade ficava na Rua Barros Cobra, local que mais tarde deu lugar ao Hotel Nacional. Pertencia ao Capitão Reinaldo Amarante, de tradicional família de Caldas radicado em Poços bem no início da cidade.

Em 1931 anunciava Iluminação elétrica, campainha, 12 quartos com água corrente, amplos salões de jantar e salas de reuniões, sala de leitura e espaço destinado aos fumantes. Tinha amplos salões de danças, áreas destinadas ás crianças, jardins e luxuoso cassino. Em épocas especiais mantinha orquestras todas as noites.
possuía ainda um veículo especial, quase uma jardineira, ara levar os hospedes aos balneários e passeios.
Em 1964 foi arrendado para Herman Gomes Winder e mais tarde para Waldemar Tavares, (pai do Aristeu da casa do pão de queijo da Rua São Paulo).

O belo prédio foi posteriormente vendido para a família Miguel que o demoliu para a construção do atual hotel Nacional.

2 comentários em “Grande Hotel Lealdade

  • 4 de dezembro de 2016 em 14:24
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    Conheci o Hotel Lealdade como mostrado na foto. Havia um anexo que ficava na esquina da Rua Barros Cobra com a Rua Rio Grande do Sul. Caminhando por esta rua até à Rua Prefeito Chagas passávamos pela casa do “Nado” Amarante, filho co Capitão Reinaldo Amarante. O Capiitão já estava bastante idoso mas continuava ativo. Andava sempre bem vestido, com terno, gravata e chapéu. Gostava de parar e conversar conosco, ainda meninos. Eu e meus primos – Augustus Raphael e Noberto Donaldo Danza – dávamos bastante atenção pelo que ele gostava de contar. Nado era o pai de duas moças bonitas – Magui e Cristina. A família Amarante era proprietária do Hotel. Meu primo Suely Evandro Amarante fazia inveja porque tinha pleno acesso ao Hotel, sempre frequentado por meninas bonitas. Havia a casa do José Flora, pai do meu amigo Joaquim Flora, a casa do Agostinho Junqueira e na esquina da Prefeito Chagas com a Rio Grande do Sul, a casa do Norberto Danza que era casado com minha tia Olga Lovato Danza. Meus primos, Joaquim, Benedito Luizi e eu brincávamos com bola, patins, bicicleta e peteca. Gostávamos de correr pelos matos em direção à Igreja de São Benedito e no Jardim dos Estados que estava com poucas casas. Éramos alunos do Colégio Marista. Fizemos o “primário” em escolas particulares. Eu, na escola da dna. Anésia – Escola Camargo Andrade – e meus primos na escola da dna Nicolina. Bons tempos do final da década de 40 e início da década de 50.

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  • 12 de janeiro de 2020 em 20:13
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    Estive no Hotel Lealdade em 1944, junto com meus pais. Hoje, com 91 anos de idade, recordo-me daqueles 21 dias maravilhosos que aí passei. Havia vários cassinos, shows com gente bacana como Carlos Galhardo. A condução para os cassinos era por meio de micro-ônibus que o povo chamava de cata-osso. Poços era um sonho. Pretendo voltar logo, para recordar os velhos tempos. Aguardem.

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