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Provedora da Santa Casa busca ajuda para reforma da Capela

A provedora da Santa Casa, Célia Maria de Souza, está procurando apoio na sociedade poços-caldense para reforma da Capela da Irmandade, já que no último dia 29, após a queda de placas do forro e telhas, o setor de Manutenção, com aval da Superintendência do Hospital, interditou o local.

Capela foi interditada no último dia 29 após parte do telhado cair


Administrada pelo engenheiro Dr. David Benedito Ottoni, a obra da Capela começou em 1963, um ano após a inauguração do atual prédio da Santa Casa, e foi inaugurada no dia 23 de outubro de 1966. Desde então, nenhuma reforma efetiva foi feita. Atualmente, a Capela de Santa Terezinha vinha recebendo as missas do Padre Hiansen, às quintas e sábados, além de servir como espaço de conforto e orações para pacientes e familiares.


“A Capela da Santa Casa é um patrimônio não só do hospital, mas de toda a cidade. Quando inaugurada, em 1966, tratava-se de uma capela linda e espaçosa e sempre foi muito usada. Antes de ser interditada, as missas aconteciam aqui, com o padre Hiansen, às quintas e domingos. Além disso, ela estava aberta para todos os pacientes da Santa Casa, para os acompanhantes, funcionários, qualquer um que queira entrar para fazer uma oração”, diz Célia.


A provedora explica que a obra não deve ficar barata. Segundo ela, a primeira coisa a ser feita será um memorial descritivo com o que realmente está acontecendo com o forro e com o telhado. “A situação financeira da Santa Casa não é uma situação fácil,o número de pacientes aumentou muito, atendendo mais de 90% SUS. Não tem como destinar verba para a reparação da Capela. Por isso, estamos chamando as pessoas, reunindo com empresários da cidade para que possam ajudar nessa reforma”, revela Célia.


A arquiteta do Hospital, Natália Siqueira, explica que a capela foi interditada para garantir a segurança dos usuários. “Ocorreu a queda de duas placas do forro nas chuvas que aconteceram no mês de outubro. Provavelmente isso aconteceu por causa de ripas podres, visto que a construção é de 1966.

Acredita-se que o telhado da capela nunca foi refeito nesse período. Então, precisamos fazer uma vistoria melhor com a retirada de algumas placas e, após esse processo, deverá ser refeito o telhado e o forro”, relata Natália, que lembra que a obra necessita ainda de autorização do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico (Condephact).
“Precisamos da liberação do Condephact, porque a Capela foi tombada há pouco tempo pelo Patrimônio Histórico e nós temos que conseguir um material que condiz com o material da época para não descaracterizar o imóvel, considerando que algumas placas estão deterioradas pela ação do tempo. Após todo esse processo, a Capela será liberada normalmente para o uso dos fiéis”, finaliza Natália.

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