COVID-19: Secretaria Estadual de Saúde investiga casos suspeitos de reinfecção

A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais investiga três casos suspeitos de reinfecção por coronavírus no estado, um deles foi registrado em Varginha.

Secretário falou da mudança do protocolo para os casos suspeitos – foto divulgação SES-MG

A informação foi um dos assuntos da entrevista coletiva concedida pelo secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, na tarde desta terça–feira, 8, em Belo Horizonte.

Além de Varginha os outros dois casos foram registrados na Região Metropolitana de BH e em Contagem.

Diante da possibilidade de infectados contraírem novamente a doença a SES adotou um novo protocolo sobre a reinfecção.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde com o novo protocolo, as amostras positivas devem ser enviadas à Fundação Ezequiel Dias (Funed), que vai fazer o sequenciamento genético para verificar a presença de mutações.

Ainda segundo Amaral, também foram incluídos novos grupos de testagem pelo método RT-PCR, como os profissionais de serviços essenciais e pessoas que tiveram contato com casos confirmados em focos da doença.

O secretário explica que há um grupo cuja reinfecção está sendo investigada pela SES. São pessoas que tiveram a doença confirmada pelo testagem RT-PCR ou pelo teste rápido, e voltaram a ter um novo diagnóstico após 90 dias do primeiro resultado positivo.

“Atualmente, não há casos confirmados de reinfecção pela covid-19 em Minas Gerais. Ainda assim, as equipes da SES elaboraram uma nota técnica orientando quanto à notificação de suspeita e, até o momento, há o registro de três casos – em Varginha, Contagem e Belo Horizonte –  que estão em investigação”, explicou Amaral.

Com a confirmação de casos de reinfecção pelo coronavírus no mundo, todos os casos positivos para a covid-19 com novo quadro clínico em período maior ou igual a 90 dias da primeira confirmação devem ser testados e notificados ao Estado.

Outros possíveis casos foram notificados, mas seus dados estão em avaliação para certificação quanto ao enquadramento nos critérios para investigação de casos de reinfecção.

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