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Alunos são suspensos após cometerem injúria racial contra colega de classe

Três alunos da Escola Estadual Professor Arlindo Pereira, o Polivalente, foram suspensos pela direção depois de terem cometido injúria racial contra uma colega de sala e ainda de terem cometido bullyng e homofobia contra vários alunos da escola. Os três criaram um caderno onde publicaram fotos e as ofensas contra os colegas.

Após tomar o conhecimento da existência do caderno, a vítima de injúria racial, uma estudante de 16 anos chamou a Polícia Militar.

Uma equipe da PM foi até a escola na tarde de terça-feira, 25. Lá os policiais foram informados de que a direção da escola já havia tomado conhecimento da situação e o caderno estava sob a guarda da diretora.

Além da vítima, o caderno contém fotos de outros alunos com frases de deboche, críticas sobre a aparência e sexualidade.

Em nota a direção do Polivalente informou estar ciente da situação e que estão sendo tomadas providências de acordo com as normas pertinentes.

“Em primeiro momento  suspendemos os estudantes essa semana e agendados uma reunião com os pais deles, onde serão tomadas outras decisões. Estamos à disposição do que nos couber para reprimir  esses atos lamentáveis. Repudiamos esse tipo de comportamento dentro ou fora da escola. Porém,  como foi identificado dentro da escola,  a direção da escola tomará todas as medidas no que nos compete e estamos dispostos a colaborar com as outras instâncias,” informou a direção do Polivalente

A Superintendência Regional de Ensino também se manifestou e assim como a direção da escola também repudia qualquer tipo de discriminação, preconceito e racismo.

A equipe da Inspeção Escolar da Superintendência Regional de Ensino (SRE) de Poços de Caldas, responsável pela coordenação da escola, compareceu à unidade e está ouvindo os envolvidos para elaborar um relatório e dar os devidos encaminhamentos para as possíveis medidas cabíveis.

A SEE/MG reitera que repudia quaisquer atitudes, condutas e manifestações de discriminação racial ou étnico-racial, preconceito e racismo. As práticas discriminatórias são atitudes graves, que violam os Direitos Humanos, a Constituição Federal e outras leis específicas, que tratam do respeito ao outro e da igualdade entre todos. Tais marcos legais são amplamente trabalhados na rede, por meio do Programa de Convivência Democrática. A pasta não compactua com eventuais desvios de conduta de seus servidores, os quais são apurados com rigor e celeridade, guardando o direito à defesa do servidor.

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