Poços de Caldas adere à proposta de escolas cívico-militares

Poços de Caldas vai aderir ao modelo das escolas cívico-militares proposto pelo Governo Federal. A decisão foi anunciada pelo prefeito Sérgio Azevedo nas redes sociais na noite desta sexta-feira, 11 de outubro, último dia para que o município manifestasse interesse junto ao Ministério da Educação.

A adesão foi feita no último dia para que o município manifestasse interesse junto ao Ministério da Educação – foto arquivo

Na terça-feira, 8, o prefeito recebeu em seu gabinete um grupo favorável à implantação do modelo na rede municipal. No mesmo dia, a Câmara Municipal aprovou moção de apelo ao prefeito para que a cidade aderisse à proposta.

Já na quinta-feira, 10, foi distribuída uma carta aberta à comunidade, por diversas entidades educacionais contrárias à proposta, assinada conjuntamente pelo Coletivo Educação, Coletivo Pólis, Projeto Andorinha, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Poços de Caldas (SINDSERV), DCE da PUCMinas campus Poços de Caldas, Coletivo Marielle Franco, Coletivo Feminista Jaçanã Musa dos Santos, Marcha Mundial das Mulheres, Coletivo Negro de Poços de Caldas, Mulheres pela Democracia e pelo Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (SINPRO).

A decisão polêmica coube ao prefeito Sérgio Azevedo. “Tenho comigo a convicção que não posso ser contra uma questão experimental e toda experiência é valida, o tempo será a resposta. Estou sempre aberto a sugestões e novidades, e entendo termos que dar oportunidades e ouvido a todos, para podermos procurar acertar o máximo e errar o menos possível. Por isso, entendo ser importante podermos ouvir toda a comunidade escolar, incluindo diretores, professores, pais e alunos, para chegarmos democraticamente à definição de qual ou quais escolas, após ampla votação por essa comunidade citada, será indicada para implantação de tal modelo de Escola Cívico-Militar”, justificou

“Reitero a toda nossa rede municipal de ensino meu total apoio e reconhecimento pelo serviço entregue à nossa população, mas, como Gestor Público, tenho por obrigação ouvir a população e oferecer todas as opções a ela. Por isso, minha decisão é sim à adesão ao programa de Escolas Cívico-Militares”, finalizou Sérgio Azevedo.

8 comentários em “Poços de Caldas adere à proposta de escolas cívico-militares

  • 12 de outubro de 2019 em 15:15
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    Sou professora da rede estadual aposentada educada durante regime militar e professora por 29 anos e gostaria de participar desde novo período de nossa história. Sem mais parabenizo Sr. Prefeito pela decisão em prol da comunidade.

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  • 12 de outubro de 2019 em 16:16
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    Seria perfeito! !
    Nossa juventude precisa de muuuuita disciplina… Eu sou completamente a favor. Sou professora e sei como está cada vez mais difícil a sala de aula. E a proposta do ensino militar será fundamental para aparar as aretas que sabemos que existem. .. Mas infelizmente a massa comunista insiste em alimentar a iniquidade! !

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  • 14 de outubro de 2019 em 11:02
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    Parabéns prefeito!!!!! Ninguém é obrigado a matricular o filho nesse formato de ensino, mas garanto que pais que fizerem não vão se arrepender. Como sabiamente o senhor mesmo afirmou: só o tempo mostrará se o projeto é bom ou ruim.

    Vamos com tudo!!!!

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  • 14 de outubro de 2019 em 14:52
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    Lembrando que os professores terão que ter muito apoio e MUITO preparo pra essa transição (disciplina não é castigo ou castigar) estamos no século XXI .

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  • 14 de outubro de 2019 em 18:59
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    Parabens, sou professor da rede estadual e quem me dera pudesse ter o prazer de ajudar no projeto.

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    • 20 de outubro de 2019 em 10:19
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      Faco minhas as palavras de Fabiano acima. A educacao de nossos filhos e netos esta cada vez mais decadente. Hoje os jovens vao pra escola pra aprender igualdade de generos, na minha epoca agente ia pra escola para definir generos. Agente ia pra escola aprender e fazer deveres, hoje vao á escola só pra reivindicarem direitos. Nossos alunos hoje sao um bando de alienados delinquentes.

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  • 18 de outubro de 2019 em 12:46
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    As instituições privadas são contrárias à iniciativa, pois sabem que perderão alunos, uma vez que, o ensino de qualidade será gratuito.

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