Polícia Civil recupera CPU furtada de laboratório da PUC Minas durante operação Santo de Casa

A Polícia Civil de Poços de Caldas recuperou uma CPU que foi furtada de um laboratório de informática da PUC Minas – Campus de Poços de Caldas no último dia 11. Após o comunicado de furto pela direção da universidade, a Polícia Civil iniciou as investigações.

Segundo o delegado o furto pode ter sido encomendado

De posse das imagens do circuito de segurança, os investigadores identificaram o suspeito de ter furtado o equipamento. As imagens mostraram o estudante de 24 anos do 7º período do curso de administração em atitudes suspeitas pelo corredor e também na cantina do campus.

Uma das câmeras mostrou quando o estudante entrou no laboratório com uma mochila vazia e saiu com a mochila com certo volume. Ao ser identificado, na manhã desta quarta-feira, 24, os investigadores foram até o local de trabalho do estudante, uma padaria no centro da cidade, onde ele confessou o crime.

Além da CPU também foi encontrado na casa do suspeito um retroprojetor também da PUC

De acordo com o delegado Cleysson Brenne, o furto foi planejado, pois ele esperou por um horário de menos movimento no laboratório e levou um alicate para cortar o cadeado e a fiação do equipamento.  “O estudante contou que um amigo teria perguntado a ele se sabia de alguém que teria uma CPU para vender. E o estudante teria furtado o equipamento e vendido para o amigo por R$ 500, 00,” disse o delegado.

O amigo do suspeito vai ser investigado por receptação e se confirmada à participação, ele vai responder pelo crime.

Da padaria, os investigadores foram até a casa do estudante para apreender a CPU, porém no local também foi encontrado um retroprojetor também da PUC. Segundo o delegado o estudante alegou que o equipamento havia sido emprestado por uma professora. “Vamos apurar esta informação ainda não sabemos se procede, mas vamos verificar com a direção da universidade, uma vez que não foi feito nenhum boletim de furto relacionado ao retroprojetor,” concluiu o delegado.

Como o estudante não foi pego em flagrante ele foi ouvido e vai responder pelo crime em liberdade.

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